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	<title>ueb3 &#187; Dicas</title>
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		<title>Construindo Aplicações Web de Alta performance &#8211; Front End</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 11:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E ae galera! Tudo beleza? Sei que faz um tempão que não publico nada no ueb3, muitos vem me cobrando atualizações, porém a vida é corrida demais! Pretendo mantê-lo mais atualizado daqui pra frente&#8230; Abaixo segue uma apresentação feita pela inter.net que vale muito a pena conferir! Está cheia de dicas e sugestões que ajudarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E ae galera! Tudo beleza?</p>
<p>Sei que faz um tempão que não publico nada no <strong>ueb3</strong>, muitos vem me cobrando atualizações, porém a vida é corrida demais! Pretendo mantê-lo mais atualizado daqui pra frente&#8230;</p>
<p>Abaixo segue uma apresentação feita pela <strong>inter.net</strong> que vale muito a pena conferir! Está cheia de dicas e sugestões que ajudarão muito os seus projetos web.</p>
<p>Confira logo abaixo a apresentação, ou, caso queira, veja direto no site prezi.com clicando aqui.</p>
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<p><a title="Construindo Aplicações Web de Alta performance - Front End" href="http://prezi.com/xnety6t2emcs/construindo-aplicacoes-web-de-alta-performance-front-end/">Construindo Aplicações Web de Alta performance &#8211; Front End</a> on <a href="http://prezi.com">Prezi</a></p>
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</div>
<p>Não sejam tímidos, comentem <img src='http://ueb3.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Ninite &#8211; Seus softwares gratuitos de uma vez só!</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/ninite-seus-softwares-gratuitos-de-uma-vez-so/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 04:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá caro leitor! Quem nunca precisou formatar sua máquina e perder todos os softwares instalados, e depois perder tempo reinstalando todos novamente? Principalmente nós, profissionais da web, que necessitamos de diversos navegadores, editores e afins. Pois é, seus problemas acabaram Existe um site, chamado Ninite, onde você consegue selecionar os softwares que atendem a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá caro leitor!</p>
<p>Quem nunca precisou formatar sua máquina e perder todos os softwares instalados, e depois perder tempo reinstalando todos novamente? Principalmente nós, profissionais da web, que necessitamos de diversos navegadores, editores e afins.</p>
<p>Pois é, seus problemas acabaram <img src='http://ueb3.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Existe um site, chamado Ninite, onde você consegue selecionar os softwares que atendem a sua necessidade, e em seguida fazer download de todos eles de uma só vez! Para visualizar este recurso, <a href="http://ninite.com/" target="_blank">o link está aqui</a> ou na imagem abaixo. Espero que gostem da dica <img src='http://ueb3.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://ninite.com/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-620" title="Ninite" src="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/ninite.png" alt="Ninite" width="500" height="466" /></a></p>
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		<title>E quando o cliente diz “Não gostei”?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 23:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
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		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[Dez entre dez webdesigners se tremem ao ouvir do cliente aquela pequena frase, bem negativa: não gostei. Quem aqui gosta de ouvir isso? Acho que ninguém, não é mesmo? Nem os novatos, nem os experientes. Se você já passou por isso, e se sentiu apertado e pressionado pelo cliente, vale a pena a leitura deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Dez entre dez webdesigners se tremem ao ouvir do cliente aquela pequena frase, bem negativa: não gostei. Quem aqui gosta de ouvir isso? Acho que ninguém, não é mesmo? Nem os novatos, nem os experientes.</p></blockquote>
<p>Se você já passou por isso, e se sentiu apertado e pressionado pelo cliente, vale a pena a leitura deste excelente post do Bruno Ávila. Clique na imagem abaixo e boa leitura <img src='http://ueb3.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.brunoavila.com.br/avante/mercado/e-quando-o-cliente-diz-nao-gostei.html" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-575" title="naogostei" src="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/naogostei.gif" alt="E quando o cliente diz Não Gostei?" width="425" height="193" /></a></p>
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		<title>Contra o estresse, &#8220;delete o que não é mais necessário para a cabeça&#8221;, diz médica</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/contra-o-estresse-delete-o-que-nao-e-mais-necessario-para-a-cabeca-diz-medica/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 12:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[cansaço mental]]></category>
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		<description><![CDATA[Por: Equipe InfoMoney A correria do dia-a-dia, a competitividade no mercado de trabalho, as cobranças, o trânsito, as dificuldades financeiras são apenas alguns dos fatores que causam estresse nos profissionais. O estresse, tanto de natureza física, psicológica ou social, é composto por um conjunto de reações fisiológicas que, se exageradas em intensidade ou duração, podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;"><a href="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/estresse.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-423" title="estresse" src="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/estresse.gif" alt="Estresse" width="220" height="268" /></a>Por: Equipe InfoMoney</span></em></p>
<p>A correria do dia-a-dia, a competitividade no mercado de trabalho, as cobranças, o trânsito, as dificuldades financeiras são apenas alguns dos fatores que causam estresse nos profissionais.</p>
<p>O estresse, tanto de natureza física, psicológica ou social, é composto por um conjunto de reações fisiológicas que, se exageradas em intensidade ou duração, podem levar a um desequilíbrio no organismo.</p>
<p>“Ele se manifesta quando nos preocupamos demais, quando estamos sob pressão ou estamos nos sentindo ameaçados, quando sentimos medo de situações concretas e imaginárias, entre outros fatores”, explicou a médica e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho.</p>
<p>O estresse, denominado também como mal do século, é prejudicial para as atividade cognitivas, como a memória e a tensão. Segundo Soraya, pessoas estressadas podem ter a capacidade de fixação afetada, o que pode até causar transtorno de ansiedade.</p>
<p>Férias podem ajudar<br />
Tirar férias é importante para descansar a mente e recarregar as energias, e é também uma solução para combater o estresse, já que o organismo funciona de maneira mais saudável.</p>
<p>“Se não for possível tirar férias, faça um pequeno descanso para diminuir a tensão. Um período distante da rotina do ambiente do trabalho ou da escola pode gerar mais do que momentos de lazer e descontração”, afirmou Soraya.</p>
<p>Segundo a médica, as pessoas sentem tanta dificuldade em relaxar, que ao saírem de férias fazem uma programação igualmente rígida, impondo horas para acordar, passear e dormir. &#8220;Devido ao acúmulo de informações no dia-a-dia, é preciso deletar aquilo que não é mais necessário estar na cabeça&#8221;, explicou</p>
<p>De acordo com a médica, para quem está de férias, o ideal é se desligar de tudo que possa causar preocupação, esquecer dos horários rígidos e fazer as coisas sem pressa. Uma dica dada por ela é que o profissional neste momento de descanso não se descuide da alimentação.</p>
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		<title>Entenda como sua memória funciona e veja dicas para exercitá-la</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/entenda-como-sua-memoria-funciona-e-veja-dicas-para-exercita-la/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 12:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Por: Equipe InfoMoney Você é um daqueles profissionais que, durante o ano, tem muitos compromissos, prazos para entregar trabalhos e relatórios, metas para cumprir, reuniões com clientes e fornecedores&#8230; E não consegue se lembrar de tudo? De acordo com o gerente executivo do INAP (Instituto de Neurolinguística Aplicada), Sandro Pereira, a memória depende do estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">Por: Equipe InfoMoney</span></em></p>
<p><a href="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/cerebroHomer.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-416" title="cerebroHomer" src="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/cerebroHomer-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Você é um daqueles profissionais que, durante o ano, tem muitos compromissos, prazos para entregar trabalhos e relatórios, metas para cumprir, reuniões com clientes e fornecedores&#8230; E não consegue se lembrar de tudo?</p>
<p>De acordo com o gerente executivo do INAP (Instituto de Neurolinguística Aplicada), Sandro Pereira, a memória depende do estado emocional, por isso profissionais estressados são os mais prejudicados. “O excesso de estímulo externo [atividades] dificulta a memória das pessoas”, explicou.</p>
<p>A ausência de memória pode ocorrer também por falta de atenção nas atividades que estão sendo executadas no momento. “Muitas pessoas fazem cinco coisas ao mesmo tempo e depois não se lembram do que fizeram porque falta a chamada atenção concentrada”, disse Pereira.</p>
<h2>Tipos de memória</h2>
<p>Existem dois tipos de memória: curto prazo [ou memória de trabalho] e memória de longo prazo. A primeira serve para armazenar informações por um período restrito de tempo. Por exemplo, quando você precisa anotar um telefone e não há nenhum papel por perto, então você grava ou decora o número até anotá-lo na agenda. Não raro, logo em seguida esquece do que anotou.</p>
<p>Já a memória de longo prazo é o lugar que é armazenado as informações consideradas úteis. “Podemos dizer que a memória de trabalho é a RAM (Randon Access Memory) do computador e a de longo prazo é o HD (Hard Disk)” explicou Pereira.</p>
<h2>Fenômenos</h2>
<p>Ao transmitir a informação da memória de curto prazo para a de longo prazo, este processo é chamado de consolidação e, ao buscar uma informação na memória de longo prazo, o processo é denominado de evocação.</p>
<p>Na evocação, podem ocorrer três fenômenos que interferem na memória. O primeiro é a deturbação, quando as pessoas lembram apenas de pequenos trechos do que aconteceu e, para ajudar a se recordar, incluem informações que não existiram naquela situação.</p>
<p>O segundo é chamado de ponta da língua, quando você conhece a informação, mas não consegue lembrá-la. E o último é a falsa memória, que ocorre quando as pessoas têm certeza de que aquilo aconteceu, mas na verdade não ocorreu.</p>
<h2>Dicas</h2>
<p>Seguem abaixo algumas dicas elaboradas pelo INAP que podem ajudar a fortalecer a sua memória:</p>
<ul>
<li>Pratique regularmente técnicas de relaxamento;</li>
<li>Ouça música clássica: de acordo com pesquisas, pessoas que escutam música clássica apresentam reforço nas habilidades de raciocínio espaço-temporal;</li>
<li>Valorize o poder das estórias: nossa memória semântica vive em um mundo de palavras. Ela é ativada por associações, similarida des ou contrastes.</li>
<li>Escreva o que você quer se lembrar em detalhes;</li>
<li>Organize seu pensamento;</li>
<li>Quando a sua memória lhe escapa, investigue-a: você pode investigar uma memória perdida refazendo seus passos, passando pelo alfabeto para ver se uma letra sugere uma pista, recapturando o humor em que você estava quando a memória foi formada ou pensando sobre o contexto da memória que está tentando reacessar;</li>
<li>Desafie a sua mente;</li>
<li>Durma adequadamente;</li>
<li>Coma alimentos leves e de maneira adequada e tome muita água;</li>
<li>Exponha-se a estímulos novos;</li>
<li>Envolva as emoções;</li>
<li>Divida as informações, especialmente números;</li>
<li>Use rimas;</li>
<li>Enfatize a memória dependendo do estado: o que se aprende em um determinado estado mental ou circunstância externa será melhor lembrado no mesmo estado ou circunstância;</li>
<li>Use a modalidade preferencial da memória: pode ser por meio de listas, desenhos, falar a respeito do que aprendeu, criar rimas entre outros;</li>
<li>Dê ao seu cérebro uma injeção de glicose: a glicose é fonte primária de energia para o cérebro;</li>
<li>Evite sedativos e substâncias que induzem a sonolência;</li>
<li>Preste atenção redobrada às informações apresentadas no meio de uma sessão de aprendizagem, devido à tendência natural do cérebro de lembrar com mais facilidade, o que é apresentado no início e no final;</li>
<li>Dê ao seu cérebro tempo para descansar.</li>
</ul>
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		<title>Tecnologia brasileira reúne aplicativos web com foco na educação</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/tecnologia-brasileira-reune-aplicativos-web-com-foco-na-educacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falta pouco para a tecnologia nacional dar um importante salto avante, com o lançamento oficial do Com8s: uma nova rede colaborativa virtual, criada por brasileiros, e cujo foco inicial é a área de educação. O produto, que será lançado em breve para todos os usuários do Brasil e de outros países, consiste em um ambiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falta pouco para a tecnologia nacional dar um importante salto avante, com o lançamento oficial do Com8s: uma nova rede colaborativa virtual, criada por brasileiros, e cujo foco inicial é a área de educação.</p>
<p><a href="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/produtos_com8s.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-396" title="produtos_com8s" src="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/produtos_com8s.jpg" alt="Com8S" width="237" height="120" /></a>O produto, que será lançado em breve para todos os usuários do Brasil e de outros países, consiste em um ambiente virtual onde estão centralizados diversos aplicativos web, com o objetivo de melhorar e intensificar a relação entre pessoas, principalmente professores e alunos, em qualquer lugar, a qualquer momento. Através das ferramentas práticas e intuitivas do Com8s – nome que faz referência à palavra inglesa “comates” que significa colegas – os usuários podem criar grupos de discussão, promover enquetes, avaliações e formulários, compartilhar materiais e editá-los, enviar e receber mensagens, e realizar áudio e vídeo conferências, em tempo real.</p>
<p>A novidade representa um avanço no âmbito tecnológico e no processo de ensino-aprendizagem do país, ao aperfeiçoar a comunicação e o relacionamento entre professores e alunos, mesmo quando estão fora da sala de aula. no entanto a primeira versão do produto já será lançada em diversos idiomas, e pretende surpreender usuários de inúmeros países.</p>
<p>Atualmente já é possível cadastrar-se no site do <a href="http://com8s.com" target="_blank">@Com8s</a> (<a href="http://com8s.com" target="_blank">http://com8s.com</a>), no entanto, é preciso esperar pela sua estreia oficial, cuja data será divulgada em breve, pela empresa desenvolvedora, <a href="http://www.4sees.com/" target="_blank">Foresee Solutions</a>.</p>
<p><em><span style="color: #c0c0c0;">Fonte: </span></em><a href="http://www.midiassociais.blog.br/"><em><span style="color: #c0c0c0;">http://www.midiassociais.blog.br/</span></em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>7 erros comuns no webdesign</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/7-erros-comuns-no-webdesign/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 13:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
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		<description><![CDATA[Este texto é original do Tom Kenny, e vi traduzido no blog do Bruno Ávila. Aproveitei e inseri alguns comentários meus pro meio também. Vale a pena conferir, são dicas muito boas para quem quer aprender e crescer na profissão webdesign. 1. Uso desnecessário do Flash Tom diz que o flash pode ser muito bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto é original do <a href="http://inspectelement.com/articles/avoid-web-design-mistakes/" target="_blank">Tom Kenny</a>, e vi traduzido no blog do <a href="http://www.brunoavila.com.br/avante/webdesign/os-7-erros-comuns-no-web-design.html" target="_blank">Bruno Ávila</a>. Aproveitei e inseri alguns comentários meus pro meio também. Vale a pena conferir, são dicas muito boas para quem quer aprender e crescer na profissão webdesign.</p>
<p><a href="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/wrongArrow.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-328" title="Erros no webdesign" src="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/wrongArrow.jpg" alt="Erros no webdesign" width="555" height="216" /></a></p>
<blockquote><p><strong>1. Uso desnecessário do Flash</strong></p>
<p>Tom diz que o flash pode ser muito bem utilizado, como animações isoladas ou ferramenta de vídeo streming. Mas que as desvantagens do uso do flash são inúmeras quando mal empregadas. Seu uso no menu por exemplo,  deixa o site menos acessível, principalmente para buscadores como o Google.<br />
Uma boa opção que temos hoje para animações que não seja em flash, é a biblioteca JavaScript chamada <a href="http://ueb3.com.br/blog/category/jquery/">jQuery</a>. Esta linguagem nos da muitas opções de animações de menu &#8211; veja <a href="http://ueb3.com.br/blog/12-tutoriais-de-menus-animados-com-jquery/">12 exemplos</a> que postei anteriormente aqui no ueb3 &#8211; e ainda mantém totalmente acessível aos buscadores.</p>
<p><strong>2. Ferramenta de busca que não presta</strong></p>
<p>Quem tem um site hoje sem ferramenta de busca tá perdendo leitores. É importantíssimo uma boa ferramenta de busca no seu site. E isso é fácil de resolver, sites como o Google fornecem esse serviço de busca especialmente para o seu site, <a href="http://www.google.com.br/cse/" target="_blank">dê uma olhada</a>. Hoje só não tem busca no seu próprio site quem não quer, afinal o serviço é grátis e poderoso.</p>
<p><strong>3. Imagens ruins</strong></p>
<p>Segundo Kenny, hoje temos dois tipos de imagens ruins quando se trata de web design. A primeira é o uso de imagens que são desinteressantes ou irrelevantes. Boas Imagens podem transmitir um significado mais rapidamente e passar uma mensagem de forma muito eficaz.”Uma imagem vale mais que mil palavras”, o que é especialmente verdadeiro quando se trata de web design.<br />
A segunda é a qualidade das imagens, de compressão pesada tornando imagens borradas, ou então imagens redimensionadas ficando esticadas ou esmagadas,  alterando sua relação de aspecto. Alguma das situações acima, é inaceitável nos dias de hoje mas infelizmente ainda muito frequente.<br />
Existem inúmeros programas gratuitos para edição e compressão de imagens. Sabendo usar as imagens corretamente eu seu site, com certeza este será visto com outros olhos e lhe trará uma quantidade muito maior de visitantes.</p>
<p><strong>4. Uso de URLs estranhas</strong></p>
<p>Tom lembra ainda dos links confusos gerados principalmente por sistemas de gerenciamento de conteúdo. Links como <span style="text-decoration: underline;">www.exampleurl.com/?p=52</span> não querem dizer nada, nem a você nem aos motores de busca, o que pode ser prejudicial, por exemplo, na colocação do ranking de resultados do Google.<br />
O ideal é sempre utilizar as chamadas &#8220;url&#8217;s amigáveis&#8221;. Nelas sempre consta o nome da página ou artigo que está aberto no momento (veja o exemplo no próprio blog do ueb3). Normalmente CMS&#8217;s como WordPress e Joomla dão a opção para url amigável.</p>
<p><strong>5.A falta de uma mensagem clara</strong></p>
<p>É importante que o visitante entre no seu site e perceba em poucos segundos do que se trata. É frustrante entrar num site e não entender logo na capa o que aquilo ali faz. Às vezes basta um pequeno slogan junto da logo ou então uma imagem do produto em questão. Não é necessário muita coisa e firula não, basta mostrar a &#8216;cara&#8217; do site na página inicial, e o conteúdo detalhado fica para as páginas internas.</p>
<p><strong>6. Não entender as necessidades do cliente</strong></p>
<p>Nesse caso o cliente que Tom se refere é o seu cliente, aquele que te contratou para fazer o site e não o cliente do seu cliente.<br />
É fundamental que você compreenda o que o seu cliente precisa e como funciona o produto ou serviço que ele oferece. Entendendo o que seu cliente quer, principalmente através de um briefing bem feito, possibilitará que você apresente um trabalho dentro do esperado, evitando assim que o cliente diga “Não gostei, faça de novo”.<br />
99% das vezes que o cliente manda voltar pra casa para fazer um novo layout é culpa do web designer que não entendeu o que o cliente queria e fez algo completamente diferente do esperado. Por isso costumo dizer que o briefing é a etapa mais importante de uma criação para a web.<br />
Tudo bem, eu sei que muitas vezes o cliente não sabe muito bem o que quer em relação as cores e tudo mais, mas isso você deve ter de explicar o porque de cada coisa. Certa vez tive um cliente que queria a logo no topo direito e um banner de publicidade do topo esquerdo. Neste caso, cabe ao webdesigner explicar que o topo esquerdo é um padrão internacional para identificação do dono do site.<br />
O trabalho do webdesigner é montar um quebra cabeças. Pegar todas as necessidades do cliente &#8211; através do briefing  - e montar dentro do layout como se fossem peças. Todas encaixadas e em harmonia.</p>
<p><strong>7. Ignorar o Internet Explorer</strong></p>
<p>Mesmo que você use o Firefox, Safari ou outros para trabalhar e fazer seus testes, na hora de colocar no ar é importante adaptá-lo ao Internet Explorer, afinal a grande maioria dos usuários comuns ainda utilizam IE como navegador principal. Tom Kenny afirma:  “A maioria dos usuários sequer sabem o que é um navegador”.<br />
Como em todas as profissões, a de webdesigner também tem seus pontos ruins, e eu as considero: IE6, IE7, IE8&#8230;hehe</p></blockquote>
<p>O que acharam?</p>
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		<title>Opinião: Perguntas a fazer antes de reconstruir seu site</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/opiniao-perguntas-a-fazer-antes-de-reconstruir-seu-site/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não presto consultoria, mas isso não impede que as pessoas me façam perguntas. A questão mais comum que as pessoas me perguntam quando elas querem um novo website é “se você fosse o responsável por ele, quais seria as 2 ou 3 pessoas com quem você certamente conversaria – para ajudar a pensar nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu não presto consultoria, mas isso não impede que as pessoas me façam perguntas. A questão mais comum que as pessoas me perguntam quando elas querem um novo website é “se você fosse o responsável por ele, quais seria as 2 ou 3 pessoas com quem você certamente conversaria – para ajudar a pensar nos problemas, ajudar a escolher quem fará o trabalho, etc ?”</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda pergunta mais comum que me fazem é “Além do site da Apple, há outros 2 ou 3 que você acha realmente atrativo e que funciona bem para o negócio?”</p>
<p style="text-align: justify;">Eu acredito que essas deveriam ser, talvez, a décima ou décima primeira questões a serem feitas, não as duas primeiras. Aqui está a minha lista de perguntas difíceis e importantes que você deveria fazer antes de gastar um centavo:</p>
<ul>
<li>Qual o objetivo do site?</li>
<li>Em outras palavras, quando estiver funcionando muito bem, quais efeitos ocorrerão?</li>
<li>Quem estamos tentando agradar? Se é a chefe, o que ela quer? Impressionar um tipo de pessoa é importante? Mas que tipo?</li>
<li>Quantas pessoas da nossa equipe terão que ser envolvidas? Em quais níveis?</li>
<li>Quem estamos tentando alcançar? Todo mundo? Nossos consumidores? Um certo tipo de prospect?</li>
<li>Quais os sites com os quais esse grupo gosta de interagir?</li>
<li>Estamos tentando fechar vendas?</li>
<li>Estamos contando uma história?</li>
<li>Estamos conquistando permissão para interagir?</li>
<li>Estamos esperando que as pessoas assistam ou aprendam?</li>
<li>Precisamos de pessoas para espalhar nossa mensagem nas mídias sociais?</li>
<li>Estamos construindo uma tribo de pessoas que usarão o site para se conectar uns aos outros?</li>
<li>As pessoas encontrarão o site através do boca a boca? Estamos tentando responder a uma pergunta específica?</li>
<li>Haverá notícias e atualizações futuras que precisarão ser apresentadas às pessoas?</li>
<li>O site é parte de um conjunto maior de lugares online nos quais podemos ser encontrados ou é nossa única plataforma online?</li>
<li>As informações do site exigem uma banda maior ou são poucos dados apenas?</li>
<li>Queremos que as pessoas nos telefonem?</li>
<li>Quantas vezes no mês queremos que as pessoas venham até o site? Por quanto tempo?</li>
<li>Quem deverá atualizar o site? Com que freqüência?</li>
<li>De quanto em quanto tempo temos condições de refazer ou aprimorar esse site?</li>
<li>É importante aparecermos nos mecanismos de busca? Se for, a partir de quais termos? A qual custo? Estamos dispostos a abrir de mão de alguns dos pontos acima para atingir esse objetivo?</li>
<li>O site terá acesso universal? Poderá haver problemas de compatibilidade de browser ou idioma?</li>
<li>Quanto dinheiro temos para gastar? Quanto tempo?</li>
</ul>
<p>E, por último,</p>
<ul>
<li>A organização entende que “tudo” é uma opção que não existe?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">*<span style="font-weight: bold;"><span style="font-style: italic;">Seth Godin é um dos mais populares “gurus” do marketing na atualidade, autor de diversos livros e de um dos melhores <a href="http://sethgodin.typepad.com/" target="_blank">blogs</a> sobre o assunto.</span></span></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: <em><a style="color: #888888;" href="http://www.chmkt.com.br/2009/09/opiniao-perguntas-fazer-antes-de.html" target="_blank">CHMKT</a></em></span></p>
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		<title>A equação de suporte ao IE6 – Vale a pena ainda dar suporte?</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/a-equacao-de-suporte-ao-ie6-%e2%80%93-vale-a-pena-ainda-dar-suporte/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 19:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Navegadores/Browsers]]></category>
		<category><![CDATA[bugs]]></category>
		<category><![CDATA[ie6]]></category>
		<category><![CDATA[ie6 must die]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>
		<category><![CDATA[suporte]]></category>

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		<description><![CDATA[O desenvolvedor Brian Cray criou uma equação para mostrar aos usuários como é caro ainda prestar suporte ao IE6, resolvi mostrá-la aqui pois o cálculo é bem interessante, levando em consideração que os valores em dólares. A equação se resume da seguinte forma: &#8216;receita média por visitante&#8217; x &#8216;número de usuários com IE6&#8242; &#8211; (&#8216;custo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float:left; margin-right:15px; margin-bottom: 7px" src="http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/uploads/ie6-must-die.jpg" alt="IE6 Must die" /></p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvedor <a title="Brian Cray" rel="external" href="http://briancray.com/">Brian Cray</a> criou uma equação para mostrar aos usuários como é caro ainda prestar suporte ao IE6, resolvi mostrá-la aqui pois o cálculo é bem interessante, levando em consideração que os valores em dólares.</p>
<p>A equação se resume da seguinte forma:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>&#8216;receita média por visitante&#8217; x &#8216;número de usuários com IE6&#8242; &#8211; (&#8216;custo hora do desenvolvedor&#8217; * &#8216;horas necessárias para corrigir erros no IE6&#8242;)</strong></p>
<p>Esse cálculo pode ser feito em base mensal, anual ou trimestral.</p>
<h3>Exemplo</h3>
<ul>
<li>O site ganha em média $.10 (10 centavos de dólar) por visitante.</li>
<li>O site recebe 100 visitas mensais através do IE6.</li>
<li>O custo com o desenvolvedor é de $20/hora (20 dólares hora).</li>
<li>O desenvolvedor gasta em média 4 horas por mês para corrigir bugs do IE6.</li>
</ul>
<p>Abaixo você vê como funciona o cálculo:</p>
<p><strong>1 * 10 – (20 * 4) = 10 – 80 = -70</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras você estará <strong>perdendo 70 dólares mensais</strong> prestando suporte ao IE6. Este é apenas um exemplo muito simples, levando em consideração que proporcionar experiências ricas para usuários de IE6 custa muito caro.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Fonte: <a style="color: #888888;" href="http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/2009/09/18/a-equacao-de-suporte-ao-ie6-vale-a-pena-ainda-dar-suporte/" target="_blank">Pinceladas da Web</a></span></p>
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		<title>20 Dicas para Deixar Páginas Web Mais Leves</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/20-dicas-para-deixar-paginas-web-mais-leves/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 12:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[carregamento rápido]]></category>
		<category><![CDATA[dicas otimização]]></category>
		<category><![CDATA[páginas leves]]></category>

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		<description><![CDATA[By: MestreSEO Sabemos que páginas com tempo de carregamento otimizado tem impacto em SEO tanto pensando pelo lado do usuário quanto pelo lado do webcrawler. Uma página muito carregada ou muito suja de código, dificulta o trabalho dos webcrawlers e, possivelmente, te prejudica ao ter o conteúdo analisado. Webcrawlers não vão perder tempo se esforçando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">By: <a style="color: #888888;" href="http://www.mestreseo.com.br/seo/20-dicas-para-otimizar-a-velocidade-do-seu-site" target="_blank">MestreSEO</a></span></em></p>
<p>Sabemos que páginas com tempo de carregamento otimizado tem impacto em SEO tanto pensando pelo lado do usuário quanto pelo lado do webcrawler. Uma página muito carregada ou muito suja de código, dificulta o trabalho dos webcrawlers e, possivelmente, te prejudica ao ter o conteúdo analisado.</p>
<p>Webcrawlers não vão perder tempo se esforçando para abrir seu site pois ele tem milhares de outros sites para analisar. Pensando no usuário, acontece a mesma coisa, o usuário possivelmente sairá do seu site antes mesmo de esperar ele carregar por inteiro. Assim, trago neste artigo, 20 dicas que ajudam a diminuir o tempo de carregamento de páginas de websites.</p>
<ol>
<li> <strong>Comprima suas imagens</strong><br />
Se você usa o photoshop use <strong>sempre</strong> a opção “Save for Web”. Se você não possui, pode usar alternativas gratuitas também.</li>
<li> <strong>Não reduza as imagens com HTML</strong><br />
<strong>Nunca</strong> use HTML puro para redimensionar suas imagens. Elas serão carregadas com o tamanho original (grande) e será redimensionada no browser. Isso também deixa as imagens feias (distorcidas, mal-redimensionadas ou de resolução alterada), o tratamento do browser não é eficiente e as imagens perdem suas características.</li>
<li> <strong>Especifique as dimensões da imagem</strong><br />
Sempre especifique os tamanhos das imagens no código HTML. Isso irá reduzir o tempo de renderização da página pois o browser saberá como encaixar os elementos na tela.</li>
<li> <strong>Imagens grandes? Corte-as</strong><br />
Se você precisa carregar uma imagem muito grande no seu site, divida-as em algumas partes para agilizar o carregamento. Claro, não reduzirá o tamanho mas passará impressão de agilidade na abertura do site.</li>
<li> <strong>Não corte demais!</strong><br />
Isso poderá gerar muitas requisições HTTP e consequentemente deixará mais lento e fará o efeito contrario do esperado. É preciso saber ponderar muito bem ao dividir ou não, e em quantas partes será dividido.</li>
<li> <strong>Use CSS ao invés de imagens</strong><br />
Use CSS para criar os efeitos necessários para seu site quando possível. Obviamente, o conteúdo a ser carregado será muito menor.</li>
<li> <strong>Não use tabelas quando não forem necessárias</strong><br />
Tabelas são feitas para apresentar dados tabelados, para layout arquitetura da pagina você deve usar CSS que tem esse propósito. Isso também deixará seu código mais limpo e melhor para ser lido e entendido. Os crawlers conseguem ler sites com tabelas, mas você irá dar uma mãozinha para ele usando tableless.</li>
<li> <strong>Use arquivos CSS externos</strong><br />
Usando arquivos externos, você irá ajudar o crawler e o seu usuário, pois uma vez lido o CSS externo, ele será jogado no cache e não precisará ser recarregado a cada nova página.</li>
<li> <strong>Use arquivos Javascript externos também</strong><br />
Segue o mesmo princípio do CSS externo, principalmente para Javascript, para o qual será mais importante o cache dos arquivos.</li>
<li> <strong>Remova os espaços em branco do seu HTML</strong><br />
Lembre-se, espaço em branco também é um caracter e consome banda e espaço em disco. É muito comum deixarmos sujeiras de espaço em branco em nossos códigos, remova-os sempre.</li>
<li> <strong>Imagens com CSS ao invés de imagens em tag HTML</strong><br />
Pode parecer estranho, mas o carregamento das imagens como background de uma div é mais rápido do que carregar a imagem com as tags HTML.</li>
<li> <strong>Uso de links relativos</strong><br />
Pensando ainda na questão de tamanho dos arquivos HTML, usar caminhos relativos ajuda a remover os caracteres http://www.seusite.com.br/ cada vez que criar um link. Será uma economia significativa no código, mas é um peso para SEO, considerando quando “emprestam” seu conteúdo. Em termos de SEO, o melhor é usar o caminho absoluto.</li>
<li> <strong>Especifique o DocType</strong><br />
Páginas que tem DocType definido tendem a ser mais rápidas para serem carregadas.</li>
<li> <strong>Reduza requisições HTTP do seu site</strong><br />
Cada vez que você faz uma requisição HTTP, será necessário pedir o pacote, esperar a resposta, receber o pacote e confirmar sua chegada. Por isso, quanto menos requisições HTTP você tiver, mais rápido será o carregamento da sua página.</li>
<li> <strong>Não use HTTPS desnecessariamente</strong><br />
Somente use HTTPS quando for necessário. Esse tipo de conexão segura é pelo menos 3 vezes mais lentas que o HTTP normal.</li>
<li> <strong>Use Gzip para reduzir o tamanho do HTML</strong><br />
Uma alternativa muito válida é comprimir seu HTML para ser entregue. Isso não tem impacto para imagens, flash ou arquivos embarcados, mas para HTML faz uma grande diferença.</li>
<li> <strong>Separe servidores de conteúdo e de banco de dados</strong><br />
Se você possui um alto tráfego no seu site, criar servidores dedicados pode ajudar, e muito, na velocidade do seu site. Cada servidor será otimizado para um serviço.</li>
<li> <strong>Use AJAX quando puder</strong><br />
Usar AJAX ao invés de ficar recarregando seu site pode ser muito útil para otimizar a velocidade. Isso reduzirá o número de requisições HTTP do seu site e apresentará uma aparência de velocidade na entrega do seu conteúdo.</li>
<li> <strong>Coloque imagens indicando carregamento</strong><br />
É importante também, ao se utilizar AJAX ou Javascript, colocar imagens que indiquem que o conteúdo está sendo carregado. Isso não melhora o desempenho real, mas passa mais conforto para o usuário que está utilizando seu site saber que está sendo processado o pedido.</li>
<li> <strong>Reduza o número de cookies</strong><br />
Cada vez que um browser faz uma requisição, cookies são transmitidos. Isso quer dizer que se você não tomar cuidado, pode sobrecarregar a página com cookies. Atente-se também para o tamanho de cada cookie transmitido.</li>
</ol>
<p>Essas foram 20 dicas rápidas para otimizar a velocidade do seu site. Não foi especificado exatamente como fazer algumas dicas dessas acima, mas caso tenha dúvidas, comente neste post e debata sobre o assunto. Afinal, o debate é o que realmente gera conhecimento, concordam?</p>
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