10 dicas para decolar na carreira
Dec 9th
Confira abaixo 10 dicas bacanas pra te ajudar a crescer profissionalmente:
1- Sua carreira é seu negócio
“Entenda que carreira é uma coisa e emprego é outra”, explica Lenyta. A diferença existe pelo fato de que carreira é a nossa empresa e precisamos cuidar dela para que sempre prospere. “Quem administra sua vida profissional busca empregos melhores, empresas mais estruturadas e que possibilitam o crescimento”, explica Lenyta. Já emprego é onde fazemos parte de uma corporação. Deve-se ter em mente que, mesmo quando possui um bom emprego, a evolução da carreira não pode parar. Ficar sentado esperando a banda passar dificilmente vai te levar a alguma promoção! “O profissional que entra na ‘zona de conforto’, na estagnação, está fadado a perder o emprego”, alerta Lenyta. E a carreira!
2- Invista na formação
“Esse tipo de investimento deixa o profissional sempre pronto para assumir novas posições e novas responsabilidades em eventuais promoções”, afirma Mirian Zacareli, executiva e consultora de RH. “É claro que a prática ensina muitas coisas. No entanto, uma boa base teórica só vai acrescentar mais qualidade ao profissional”, garante Esther Diego, sócia-proprietária da Agilitté Consulting, empresa de assessoria em gestão de carreira. Você pode optar pela pós-graduação, pelos MBAs, cursos de idiomas etc. Pesquisas comprovam que quanto maior o nível de instrução, maior o salário. Mas focar só na sua área não vale! Hoje, é preciso ser completo. “Aprofunde-se não só no que diz respeito à sua área de atuação, mas também nas tendências do mercado em geral. Esse é um ponto em que muitas pessoas pecam”, alerta Lenyta Diniz.
3- Desenvolva habilidades de relacionamento
Nem sempre os executivos de sucesso tiveram as melhores notas ou avaliações nos bancos escolares. “A inteligência emocional pesa muito na obtenção de bons resultados”, entrega Mirian Zacareli. Ela conta que os grandes líderes sabem lidar muito bem com várias situações e comportamentos das pessoas, transformando os problemas em soluções e as dificuldades em oportunidades para crescimento. Resultado? Equilíbrio da equipe. “De nada adianta ter alguém supercompetente, bem preparado, se ele não consegue lidar com as pessoas ao seu redor. Como esse profissional será promovido a cargos de chefia se não sabe tirar o melhor de seus colegas, de seus subordinados, por pura inabilidade no trato com essas pessoas?”, indaga Esther Diego. Quanto à hierarquia empresarial, respeite-a, mas não tenha medo dela, pois esse sentimento bloqueia a comunicação.
4- Espírito de equipe!
“Se para quem não tem grandes pretensões o trabalho em equipe é importante, imagine para quem deseja alçar grandes vôos!”, provoca Esther Diego. Segundo ela, saber se relacionar é fundamental, porque ninguém trabalha nem alcança o sucesso sozinho. “No mundo globalizado, com empresas brasileiras expandindo seu capital para o exterior e multinacionais atuando no Brasil, é fundamental ter espírito de equipe, respeitando as diferenças tanto de cultura quanto de comportamento”, explica Esther. Ou seja, o espírito de equipe vem ganhando uma dimensão muito maior que apenas aquele grupo de trabalho do seu setor, já que os seus colegas poderão estar espalhados por vários países. “Conseguir lidar com isso com certeza é um ponto a favor de quem deseja crescer profissionalmente”, garante.
5- Mantenha uma rede de relacionamentos ativa.
Ter um bom networking nos deixa sempre antenados com as tendências de mercado e também abre portas para novas perspectivas profissionais.
6- Identifique o seu espaço, respeitando o alheio
Em todos os setores da vida precisamos respeitar o outro e seu espaço. No trabalho, não é diferente. É preciso reconhecer sua importância e fazer o melhor para ser reconhecido sem prejudicar o outro, agindo com ética em relação aos seus colegas, superiores e até concorrentes (e se um dia você estiver do outro lado?). Preze pela boa conduta, flexibilidade e evite fofocas.
7- Use o marketing pessoal
Saber se promover e reconhecer o seu próprio valor são fatores importantes para a ascensão profissional. Mas é preciso ter cuidado para não errar na dose! “Quem exagera no marketing pessoal pode ser visto como esnobe, arrogante ou, pior, como aquele falastrão da empresa. Outro cuidado necessário é não vender aquilo que você não pode entregar”, aconselha Esther Diego. Afinal, de nada adianta o profissional fazer uma enorme propaganda de si mesmo, dizendo que faz e acontece, se na hora H ele não tiver competência para realizar o trabalho. “Isso pode queimá-lo de tal maneira que acaba prejudicando todo o desenvolvimento de sua carreira”, alerta Esther.
O bom senso na hora de se vestir também faz parte do pacote. “Você está sempre sendo notada por alguém. Portanto, esteja bem apresentável, com roupas discretas e básicas, pronta para qualquer ocasião que surgir durante ou após o expediente de trabalho”, recomenda Mirian Zacareli.
8- Desenvolva qualidades
Trabalhe a criatividade, inovação e seja arrojado. “Só cresce quem está aberto a desafios, mostra novas idéias e soluções”, garante Lenyta Diniz. Para isso, fazer um exercício de autocrítca é importante. “Uma análise do que tem que ser feito comparada com os resultados esperados poderá ajudar a realinhar os esforços para melhorar o desempenho”, explica Mirian Zalcareli. “Estamos falando, também, de aprender com os erros cometidos, com a rotina do trabalho e não só com cursos formais. Quem quer crescer profissionalmente tem que ter humildade para reconhecer que não sabe tudo e que vivemos um aprendizado constante – ainda bem!”, brinca Esther Diego.
9- Mostre interesse
Entusiasmo e interesse são as molas que movem o profissional que quer ascender na carreira e os empresários estão de olho nessas pessoas. “Quem não vai querer alguém assim em sua empresa?”, ingada Esther. O profissional interessado tem muito mais chances de se destacar, de ganhar uma promoção, do que aquele que não demonstra qualquer tipo de excitação pelo trabalho. Como demonstrar interesse? Conhecendo os concorrentes da empresa, investindo em cursos de aprimoramento, procurando sempre fazer um trabalho de qualidade e por aí vai. “Mas falar que demonstrar entusiasmo é fazer hora extra é exagero”, diz Esther. “Acredito que a pessoa interessada não se importará de fazer hora extra quando for necessário, mas o interesse dela estará mais focado em realizar o trabalho dentro dos prazos”, finaliza.
10- Busque qualidade de vida
Dedique pelo menos uma hora do seu dia a você! “Faça um exercício físico, equilibre a vida pessoal com a profissional, não sinta remorso por se dedicar à leitura de um livro ou por sair com os amigos ao invés de fazer aquele trabalho que levou para casa”, pondera Lenyta Diniz. Um profissional revitalizado, com a saúde física e mental em dia, produz muito mais. Muito trabalho não significa produtividade! Normalmente, para se manter o alto nível de interesse no trabalho, é preciso respirar outros ares, se dedicar a outros setores da vida. Senão esse entusiasmo pode cair muito por causa do estresse.
Ligando os pontos e pensando nas intenções do Chrome OS
Dec 9th
Estava lendo alguns artigos, e me deparei com este que trago à vocês. Gostaria que lessem e expressassem o que pensam a respeito, concordando ou não com o autor deste artigo. Boa leitura
Escrito por: Ricardo Nery Braz – iMasters
Há algumas semanas, o Google liberou o código fonte do Google Chrome OS. Confesso que isso me arrancou um sorriso, mas também me fez pensar sobre algo de uma época quase “antiga”, de quando se ouviu falar que o Google pensava em fazer parte do mundo dos Sistemas Operacionais, até então comandado tranquilamente pela Microsof: qual a intenção do (já não mais emergente, e sim estabelecido) todo poderoso do mundo virtual?
Espero que ao final desse artigo eu consiga chegar a alguma resposta.
Ligando os pontos, chegaremos a algumas conclusões. Primeiro li alguns artigos financeiros, nos quais executivos do mercado tentavam alertar os acionistas da Microsoft para a possível venda de suas ações, deixando subentendido que o “Chrome OS” desbancará a gigante dos softwares em poucos meses. Depois, li um artigo de Jim Zemlin (diretor executivo da Linux) que dizia que “caso o hardware e o software sejam gratuitos, a única maneira de ganhar dinheiro seria com os serviços, e é isso que oferece o Google”. Zemlim deixou minhas dúvidas ainda mais enigmáticas. Estariam eles unidos para que isso aconteça e, finalmente, desbanquem a Microsoft?
Ler sobre o novo Sistema Operacional não me acrescentou nada além do que já foi escutado dos chefões do Google sobre qualquer produto lançado. Promessa de velocidade, simplicidade, gratuito e, claro, open source. Embora tudo isso não seja novidade, não posso negar que sempre atendem minhas expectativas. Apenas não tenho gostado da forma com que eles têm lançado seus novos e inacabados softwares.
Vi no próprio site da Microsoft um texto que falava do OS e mencionava o Oráculo do novo mundo como “O gigante dos Softwares”. Pareceu cômico, mas naquele momento entendi isso como uma tentativa de mostrar uma “não preocupação” de mais uma arma do Google para dominar o mundo virtual. Será?
Chegou a hora de parar de ler e começar a realmente ligar alguns pontos. Estou sentindo que tudo que li até agora me leva a algo mais óbvio do que imaginava e que, a partir de agora, devo pensar sempre nessa possibilidade antes de começar “googlar” por algumas horas.
Mas antes de chegar a qualquer conclusão e correr o risco de ressuscitar as dúvidas que me fizeram perder essas horas de leitura, resolvi conhecer mais de perto o tal Chrome OS. Não… não precisei instalá-lo para fazer isso e garanto a vocês que, a partir de agora, pensarei mais algumas vezes antes de abraçar mais uma idéia “Googlistica”.
Após alguns vídeos, foram apenas duas frases que deixaram um punhado de pulgas atrás da orelha e me deram as últimas diretrizes para a resolução de mais um enigma:
“O Google Chrome OS rodará aplicativos na internet. Isto significa que atividades como edição de documentos, pdfs, visualização de imagens etc. serão feitas online, de forma que os usuários não tenham que descarregar nada ou que se preocupar com atualizações para trabalhar ou jogar na web” (Por Fernando Souza Filho PC Magazine)
Bingo! Estão pensando junto comigo?Teriam vocês coragem de usar um Sistema Operacional onde tudo o que você utiliza, faz e armazena fica guardado na internet, mais precisamente em algum lugar no chamado Vale do Silício?
Vi o discurso do Sundar Pichai, vice-presidente de produtos do Google, de que seria “much easier” se conseguíssemos ter tudo na “rede” onde passamos o maior tempo quando estamos na frente do computador. Eles estão cada vez melhores no marketing…
Não quero desmotivar ninguém a continuar seguindo cegamente a “Googlemania”, mas me senti na obrigação de expressar meus pensamentos, já que um dia escrevi sobre “Internet, o consumo e a invasão de privacidade”.
Não tenho como não pensar que sim, será mais uma forma e talvez a maior delas, de o bisbilhoteiro virtual armazenar nossas informações. Você será obrigado a estar conectado para utilizar os aplicativos do Chrome OS (além de só funcionar em HD SSD) e, obvialmente, tudo será vizualizado e armazenado em uma das singelas “cidades de dados” criadas pelo Google.
Será que fiz bem e desativar meu Orkut? Não quero pensar tão longe.
Depois de mais uma resolução, fico feliz por ainda ter muito trabalho e caminho a percorrer para tentar resolver a maior de todas as dúvidas: o que eles farão com tantas informações? #medo
Uso do MySQL pode cair depois da aquisição pela Oracle
Dec 8th
De acordo com um relatório do 451 Group, desenvolvedores da comunidade open-source terão menos entusiasmo para usarem o MySQL após a compra da Sun Microsystems pela Oracle.
O 451 Group entrevistou 347 pessoas da comunidade open-source sobre questões que envolvem a aquisição. Destes, 82,1% agora usam MySQL. Em 2011, 78,7% esperam usar o MySQL. Esse número irá cair para 72,3% em 2014.
A aquisição da Oracle tem um papel neste declínio. Segundo a pesquisa, 14,4% dos usuários atuais do MySQL disseram que estariam menos propensos a usar o MySQL após sua aquisição pela Oracle.
Mas a notícia não é assim tão terrível. A maioria, 57,9% de todos e 63,9% dos usuários do MySQL, afirmaram que continuariam a usar o MySQL se necessário. Por outro lado, espera-se que o uso do banco de dados do Oracle aumente dos 19,3% de hoje para 19,6% em 2011 e 21,6% em 2014.
Cerca de 32% dos entrevistados disseram que preferem que o MySQL seja entregue a uma fundação e somente 4% disseram que eles gostariam que o Oracle vendesse o MySQL para outra empresa de software.
Mas pode haver mais problemas pela frente. Autoridades européias tem uma preocupação em particular sobre o futuro do MySQL sob a responsabilidade do Oracle e continuam de olho. Mais dados sobre o relatório estão disponíveis no site do 451 Group.




