Película fina transforma qualquer tela em touchscreen
Feb 14th
Fazer com que seu monitor se torne uma tela sensível ao toque vai ser muito simples em breve: a empresa portuguesa Displax desenvolveu uma película fina que é capaz de transformar telas de diversas tecnologias –incluindo e-Ink, OLED e LCD– em touchscreen.
“É extremamente poderoso, preciso e versátil“, diz Miguel Fonseca, diretor de negócios da Displax. “Você pode usar nosso filme com qualquer tela.”
De acordo com o site da revista Wired, a tecnologia sensível ao toque se tornou uma forma como interagimos com nossos dispositivos e aparelhos. A tendência é que aparatos como o mouse, teclado e demais botões físicos sejam eliminados.
Os filmes da Displax variam entre 3 e 120 polegadas. Em uma superfície de 50 polegadas, a película detecta até 16 dedos. A capacidade de resposta táctil também é grande, afirma Fonseca. As vendas do filme devem começar em julho.
“Se a Displax pode fazer isso em telas maiores, realmente será uma das primeiras companhias a fazer o que chamamos de multitoque maciço“, diz Daniel Wigdor, arquiteto de experiência do usuário na Microsoft, cujo enfoque de trabalho se concentra em computação gestual e multitoque.
“Se você observar a tecnologia existente em telas grandes, vai ver que eles usam uma câmera infravermelha que sente apenas dois a quatro pontos de contato. A Displax nos leva ao próximo passo“, declarou.
As últimas tecnologias da Displax trabalham com superfícies opacas e transparentes. A película tem uma transparência de 98% (trata-se de uma medida da quantidade de luz refletida pela superfície). “É uma taxa de transmissão bastante decente“, disse Wigdor.
Uma grade de nanofios é incorporada na película fina do filme de polímero, cuja espessura é de 100 microns, ou 100 milésimos de milímetro. Um dedo ou dois posicionados na tela causam um distúrbio elétrico.
O microcontrole analisa isto, e decodifica o local tocado na grade de nanofios. A película é acompanhada de driver e painel de controle para configuração.
Fonte: Folha Online
Microsoft e Yahoo! comentam Google Buzz
Feb 11th
E os rivais trocam “gentilezas” novamente.
O Google Buzz mal foi lançado e a Microsoft e o Yahoo! já começaram desmerecê-lo.
O Yahoo! nem teve tempo suficiente para testar o novo serviço e de bate-pronto já disparou em seu Twitter: “Dois anos depois do Yahoo, lançado o Buzz. Veja o original: http://buzz.yahoo.com“. Veja tweet.
Já a Microsoft disse que “As pessoas estão ocupadas e não precisam de outra mídia social. O que elas precisam é da conveniência de agregação. Nós [da Microsoft] fizemos isso. Os usuários do Hotmail têm sido beneficiados com o trabalho da Microsoft, com Flickr, Facebook, Twitter e outros 75 parceiros desde 2008“.
O Twitter não se pronunciou sobre a novidade do Google, mesmo sendo o palco principal de comentários sobre o Google Buzz desde seu lançamento.
Os concorrentes foram irônicos, mas os comunicados instantâneos mostram certa preocupação. E já que também é uma ferramente da discussão, se o Google Buzz atrair e satisfazer o público, o Google terá nas mãos um belo bônus: uma valiosa pérola que vem procurando e que é tão importante para sua ferramenta de busca; a indexação de informações em tempo e real.
Facebook prepara webmail para concorrer com o Google
Feb 9th
O Facebook ocasionalmente tem feito melhorias em seu sistema de mensagens, como a criação de um sistema de busca. Mas a maior parte permanece estática. E não é muito útil.
De acordo com o site The Huffington Post, a maior rede social do mundo está recriando totalmente seu sistema de mensagens e se preparando para lançar um serviço completo de webmail, passando a concorrer com o Gmail, do Google, o mais popular do mundo. Internamente, o novo serviço de e-mail é chamado de Projeto Titan, mas, extra-oficialmente, há um apelido provocativo: matador do Gmail.
Esta semana o site completou seis anos de existência – foi lançado em 4 de fevereiro de 2004 -, anunciando ter chegado a 400 milhões de usuários em todo o mundo. Quando o número estava em 350 milhões, metade – 175 milhões – se conectavam todos os dias. Este número gigantesco de usuários é o público potencial do e-mail a ser lançado.
Como a Microsoft pode acabar com o domínio do Google
Feb 8th
Fonte: Jornal Tecnologia
Pouca gente sabe, mas uma das coisas que levou o Google a ser o que ele é hoje é o fato de que a empresa fez parcerias com a Apple, Mozilla e AOL no início da década passado para elas incluirem o Google como buscador padrão em seus navegadores (Safari, Firefox e Netscape, respectivamente).
Quando a parceria entre as empresas foi firmada, os três navegadores juntos tinham quase 40% do mercado, aproximadamente o mesmo do que eles têm hoje.
E o que isto quer dizer? Que outra empresa no setor de busca, vamos dizer a Microsoft, pode oferecer mais dinheiro aos navegadores para usarem o Bing como buscador padrão.
Analistas dizem que o Google atualmente paga 80 milhões de dólares por ano para ser o padrão no Firefox. É só a Microsoft oferecer 160 milhões que a Mozilla certamente fará a troca.
Pode parecer muito dinheiro, mas se você pensar que o Google lucrou 8 bilhões de dólares em 2009 com 65% do mercado de busca norte-americano, concluirá que vale a pena pagar algumas centenas de milhões para aumentar a sua fatia do mercado de busca.
E é exatamente isto que a Microsoft deve fazer.
E vocês, o que pensam sobre isto?





