<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ueb3 &#187; briefing</title>
	<atom:link href="http://ueb3.com.br/blog/tag/briefing/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ueb3.com.br/blog</link>
	<description>blog by douglas l. figueiredo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:27:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>E quando o cliente diz “Não gostei”?</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/e-quando-o-cliente-diz-%e2%80%9cnao-gostei%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://ueb3.com.br/blog/e-quando-o-cliente-diz-%e2%80%9cnao-gostei%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 23:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[layout]]></category>
		<category><![CDATA[não gostei]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ueb3.com.br/blog/?p=574</guid>
		<description><![CDATA[Dez entre dez webdesigners se tremem ao ouvir do cliente aquela pequena frase, bem negativa: não gostei. Quem aqui gosta de ouvir isso? Acho que ninguém, não é mesmo? Nem os novatos, nem os experientes. Se você já passou por isso, e se sentiu apertado e pressionado pelo cliente, vale a pena a leitura deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Dez entre dez webdesigners se tremem ao ouvir do cliente aquela pequena frase, bem negativa: não gostei. Quem aqui gosta de ouvir isso? Acho que ninguém, não é mesmo? Nem os novatos, nem os experientes.</p></blockquote>
<p>Se você já passou por isso, e se sentiu apertado e pressionado pelo cliente, vale a pena a leitura deste excelente post do Bruno Ávila. Clique na imagem abaixo e boa leitura <img src='http://ueb3.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.brunoavila.com.br/avante/mercado/e-quando-o-cliente-diz-nao-gostei.html" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-575" title="naogostei" src="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/naogostei.gif" alt="E quando o cliente diz Não Gostei?" width="425" height="193" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ueb3.com.br/blog/e-quando-o-cliente-diz-%e2%80%9cnao-gostei%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>7 erros comuns no webdesign</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/7-erros-comuns-no-webdesign/</link>
		<comments>http://ueb3.com.br/blog/7-erros-comuns-no-webdesign/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 13:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[busca]]></category>
		<category><![CDATA[erros]]></category>
		<category><![CDATA[Flash]]></category>
		<category><![CDATA[jQuery]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>
		<category><![CDATA[webdesigner]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ueb3.com.br/blog/?p=321</guid>
		<description><![CDATA[Este texto é original do Tom Kenny, e vi traduzido no blog do Bruno Ávila. Aproveitei e inseri alguns comentários meus pro meio também. Vale a pena conferir, são dicas muito boas para quem quer aprender e crescer na profissão webdesign. 1. Uso desnecessário do Flash Tom diz que o flash pode ser muito bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto é original do <a href="http://inspectelement.com/articles/avoid-web-design-mistakes/" target="_blank">Tom Kenny</a>, e vi traduzido no blog do <a href="http://www.brunoavila.com.br/avante/webdesign/os-7-erros-comuns-no-web-design.html" target="_blank">Bruno Ávila</a>. Aproveitei e inseri alguns comentários meus pro meio também. Vale a pena conferir, são dicas muito boas para quem quer aprender e crescer na profissão webdesign.</p>
<p><a href="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/wrongArrow.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-328" title="Erros no webdesign" src="http://ueb3.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/wrongArrow.jpg" alt="Erros no webdesign" width="555" height="216" /></a></p>
<blockquote><p><strong>1. Uso desnecessário do Flash</strong></p>
<p>Tom diz que o flash pode ser muito bem utilizado, como animações isoladas ou ferramenta de vídeo streming. Mas que as desvantagens do uso do flash são inúmeras quando mal empregadas. Seu uso no menu por exemplo,  deixa o site menos acessível, principalmente para buscadores como o Google.<br />
Uma boa opção que temos hoje para animações que não seja em flash, é a biblioteca JavaScript chamada <a href="http://ueb3.com.br/blog/category/jquery/">jQuery</a>. Esta linguagem nos da muitas opções de animações de menu &#8211; veja <a href="http://ueb3.com.br/blog/12-tutoriais-de-menus-animados-com-jquery/">12 exemplos</a> que postei anteriormente aqui no ueb3 &#8211; e ainda mantém totalmente acessível aos buscadores.</p>
<p><strong>2. Ferramenta de busca que não presta</strong></p>
<p>Quem tem um site hoje sem ferramenta de busca tá perdendo leitores. É importantíssimo uma boa ferramenta de busca no seu site. E isso é fácil de resolver, sites como o Google fornecem esse serviço de busca especialmente para o seu site, <a href="http://www.google.com.br/cse/" target="_blank">dê uma olhada</a>. Hoje só não tem busca no seu próprio site quem não quer, afinal o serviço é grátis e poderoso.</p>
<p><strong>3. Imagens ruins</strong></p>
<p>Segundo Kenny, hoje temos dois tipos de imagens ruins quando se trata de web design. A primeira é o uso de imagens que são desinteressantes ou irrelevantes. Boas Imagens podem transmitir um significado mais rapidamente e passar uma mensagem de forma muito eficaz.”Uma imagem vale mais que mil palavras”, o que é especialmente verdadeiro quando se trata de web design.<br />
A segunda é a qualidade das imagens, de compressão pesada tornando imagens borradas, ou então imagens redimensionadas ficando esticadas ou esmagadas,  alterando sua relação de aspecto. Alguma das situações acima, é inaceitável nos dias de hoje mas infelizmente ainda muito frequente.<br />
Existem inúmeros programas gratuitos para edição e compressão de imagens. Sabendo usar as imagens corretamente eu seu site, com certeza este será visto com outros olhos e lhe trará uma quantidade muito maior de visitantes.</p>
<p><strong>4. Uso de URLs estranhas</strong></p>
<p>Tom lembra ainda dos links confusos gerados principalmente por sistemas de gerenciamento de conteúdo. Links como <span style="text-decoration: underline;">www.exampleurl.com/?p=52</span> não querem dizer nada, nem a você nem aos motores de busca, o que pode ser prejudicial, por exemplo, na colocação do ranking de resultados do Google.<br />
O ideal é sempre utilizar as chamadas &#8220;url&#8217;s amigáveis&#8221;. Nelas sempre consta o nome da página ou artigo que está aberto no momento (veja o exemplo no próprio blog do ueb3). Normalmente CMS&#8217;s como WordPress e Joomla dão a opção para url amigável.</p>
<p><strong>5.A falta de uma mensagem clara</strong></p>
<p>É importante que o visitante entre no seu site e perceba em poucos segundos do que se trata. É frustrante entrar num site e não entender logo na capa o que aquilo ali faz. Às vezes basta um pequeno slogan junto da logo ou então uma imagem do produto em questão. Não é necessário muita coisa e firula não, basta mostrar a &#8216;cara&#8217; do site na página inicial, e o conteúdo detalhado fica para as páginas internas.</p>
<p><strong>6. Não entender as necessidades do cliente</strong></p>
<p>Nesse caso o cliente que Tom se refere é o seu cliente, aquele que te contratou para fazer o site e não o cliente do seu cliente.<br />
É fundamental que você compreenda o que o seu cliente precisa e como funciona o produto ou serviço que ele oferece. Entendendo o que seu cliente quer, principalmente através de um briefing bem feito, possibilitará que você apresente um trabalho dentro do esperado, evitando assim que o cliente diga “Não gostei, faça de novo”.<br />
99% das vezes que o cliente manda voltar pra casa para fazer um novo layout é culpa do web designer que não entendeu o que o cliente queria e fez algo completamente diferente do esperado. Por isso costumo dizer que o briefing é a etapa mais importante de uma criação para a web.<br />
Tudo bem, eu sei que muitas vezes o cliente não sabe muito bem o que quer em relação as cores e tudo mais, mas isso você deve ter de explicar o porque de cada coisa. Certa vez tive um cliente que queria a logo no topo direito e um banner de publicidade do topo esquerdo. Neste caso, cabe ao webdesigner explicar que o topo esquerdo é um padrão internacional para identificação do dono do site.<br />
O trabalho do webdesigner é montar um quebra cabeças. Pegar todas as necessidades do cliente &#8211; através do briefing  - e montar dentro do layout como se fossem peças. Todas encaixadas e em harmonia.</p>
<p><strong>7. Ignorar o Internet Explorer</strong></p>
<p>Mesmo que você use o Firefox, Safari ou outros para trabalhar e fazer seus testes, na hora de colocar no ar é importante adaptá-lo ao Internet Explorer, afinal a grande maioria dos usuários comuns ainda utilizam IE como navegador principal. Tom Kenny afirma:  “A maioria dos usuários sequer sabem o que é um navegador”.<br />
Como em todas as profissões, a de webdesigner também tem seus pontos ruins, e eu as considero: IE6, IE7, IE8&#8230;hehe</p></blockquote>
<p>O que acharam?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ueb3.com.br/blog/7-erros-comuns-no-webdesign/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>20 perguntas para o cliente antes de criar um logotipo</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/20-perguntas-para-o-cliente-antes-de-criar-um-logotipo/</link>
		<comments>http://ueb3.com.br/blog/20-perguntas-para-o-cliente-antes-de-criar-um-logotipo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 17:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[logotipo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ueb3.com.br/?p=151</guid>
		<description><![CDATA[O quê perguntar ao cliente antes de criar um logotipo? Será que basta perguntar qual o nome da empresa e pronto? Nada disso. Quem não brifa, se complica. Brifa = briefing = jeito fresco de dizer entrevista, questionário, afim de coletar informações que irão ajudá-lo em determinada criação. Quantas vezes você se pegou dizendo: “Pô, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O quê perguntar ao cliente antes de criar um logotipo? Será que basta perguntar qual o nome da empresa e pronto? Nada disso. Quem não <strong>brifa</strong>, se complica.</p>
<p><em>Brifa = briefing = jeito fresco de dizer entrevista, questionário, afim de coletar informações que irão ajudá-lo em determinada criação.</em></p>
<p>Quantas vezes você se pegou dizendo: <em>“Pô, brincadeira! Tô com raiva do cliente! Mostrei três logotipos e ele não gostou de nenhum!!!” </em>Ah, besteira, não fique com vergonha de um dia ter dito isso, já aconteceu comigo também em algum momento da minha vida. Quando isso acontece normalmente é por falha nessa entrevista com o cliente, que pode ter partido tanto de você, que fez perguntas insuficientes ou interpretou errado, ou do cliente que respondeu o briefing com má vontade ou respondeu o famoso “confio em sua criatividade”. Se o cliente vier com essa resposta, não fique vaidoso, fique com medo pois normalmente quando o cliente diz isso é porquê não consegue expressar o que pensa, colocando nas suas costas a difícil tarefa de captar suas vontades de forma telepática.</p>
<p>Navegando pela internet topei com esse post de <a href="http://www.thedesigncubicle.com/2009/07/20-questions-to-ask-clients-prior-to-designing-a-logo/" target="_blank">Brian Hoff </a>que fala justamente sobre isso. Resolvi adaptá-lo ao nosso cotidiano brasileiro e trazer para vocês. São 20 perguntas importantes, algumas essenciais, que irão ajudá-los a chegar bem próximo do que o cliente deseja para seu logotipo. Ao lado de cada pergunta comento o porquê de sua necessidade. Vamos a elas:</p>
<p><strong>- Conhecendo a empresa</strong></p>
<p>1- Qual nome e elementos deverão compor o logo?<span style="color: #ff0000;"> (para saber exatamente o nome que irá compor o logotipo e outros elementos que deverão entrar, como um símbolo que o cliente gosta, aquela caricatura que ele usa desde 1960 e por aí vai)</span></p>
<p>2- Como você descreveria seus produtos e serviços? <span style="color: #ff0000;"> (antes de fazer um logotipo você precisa conhecer a empresa, entender sua dimensão e o que ela vende. Uma empresa de tecnologia exige uma sensação no logotipo completamente diferente de uma empresa de sabão em pó. Desde as cores até o tipo de fonte devem ser diferentes, para transmitir atmosferas diferentes)</span></p>
<p>3- Quais as metas a longo prazo de sua companhia? <span style="color: #ff0000;"> (sabendo disso você começa a captar que sensação deverá ser transmitida no logotipo para que ajude a empresa a alcançar esses objetivos de longo prazo)</span></p>
<p>4- Por quê busca por um novo logotipo? Quais as sensações e mensagens que deverão ser passadas através desse novo logotipo? <span style="color: #ff0000;"> (nessa pergunta você irá tirar do cliente o que ele tem na cabeça, o que ele espera de sua criação e suas expectativas)</span></p>
<p>5- Quem são seus principais concorrentes? Se eles possuem site, cite os links de suas respectivas páginas. <span style="color: #ff0000;"> (analisando a concorrência você poderá entender qual o posicionamento do seu cliente frente à elas, o nível de qualidade das demais e o quanto você poderá ser melhor no quesito identidade visual)</span></p>
<p>6- Quais os diferenciais de seus concorrentes? <span style="color: #ff0000;"> (sabendo os diferenciais dos concorrentes, de alguma forma você poderá evidenciar no logotipo do cliente o que há de diferente em relação as demais empresas)</span></p>
<p>7- Qual o perfil de seu público-alvo? <span style="color: #ff0000;"> (existem opções de criação que atraem jovens, outros o público adulto, um os mais ricos, os que pensam assim e assado e por aí vai. O logotipo do Buballo é infantil, atrai a molecada e para isso fontes, cores e formam são feitas justamente para conquistar esse público. Já o logotipo da Vivara foi feito com fontes finas, separadas, para dar aquele ar de elegância para os mais endinheirados, acima dos 30 anos, que querem presentear suas lindas namoradas e fazer aquele charme.)</span></p>
<p><strong>- Sobre a criação</strong></p>
<p>8- Possui algum slogan? Deseja que o slogan faça parte da composição do logotipo? <span style="color: #ff0000;">(se o cliente possui aquele lindo slogan do tipo “óticas mariz, lugar de gente feliz” pode ser que ele queira conservá-lo, colocando junto ao logotipo)</span></p>
<p>9- Tem em mente algum estilo ou algo que queira que esteja presente no logo? <span style="color: #ff0000;"> (mais uma perguntinha marota para tentar tirar da cabeça do cliente tudo que ele espera de sua criação)</span></p>
<p>10- Possui alguma preferência de cor? <span style="color: #ff0000;"> (se você criar propostas com as cores que o cliente mais gosta ou que espera para o logotipo, mais fácil chegará na aprovação)</span></p>
<p>11- Existe alguma cor que não gostaria que estivesse presente no logotipo? <span style="color: #ff0000;"> (é, vai que ele não gosta de marrom, vermelho e violeta e você apresenta três propostas justamente utilizando essas cores?)</span></p>
<p>12- Quais são os adjetivos que melhor descreveriam seu logo? <span style="color: #ff0000;"> (perguntinha para tentar compreender o que ele espera do logotipo)</span></p>
<p>13- Que mensagem e sensação deseja que as pessoas tenham ao ver o seu logo? <span style="color: #ff0000;"> (mais uma pergunta que vai ajudar a clarear qualquer dúvida anterior referente ao que o cliente espera do logotipo)</span></p>
<p>14- Cite pelo menos 5 exemplos de logotipos de outras empresas, independente do mercado que atuam, que mais lhe agradam. Cite o que mais chamou a atenção em cada uma delas. <span style="color: #ff0000;"> (pergunta importante pois de forma visual o cliente irá mostrar a você tudo aquilo que ele tem em mente mas que não consegue expressar em palavras. Observe atentamente cada logotipo e tente pegar a semelhança entre eles)</span></p>
<p>15- Como deseja que apareça a tipografia? Exemplo:  script, itálica, light, negritada, manuscrita, informal, etc.  <span style="color: #ff0000;">(pergunta também para saber qual sensação o cliente espera para o logotipo)</span></p>
<p>16- Onde usará seu logotipo? Exemplo: na web, em impressões, etc. <span style="color: #ff0000;"> (dependendo do tipo de uso, você poderá criar versões próprias para esses usos)</span></p>
<p>17- E qual será o local principal onde o logotipo será usado? Se o uso principal for na web, geralmente utilizamos logos horizontais. <span style="color: #ff0000;"> (na pergunta já explico o porquê dela ser feita. Principalmente se o cliente já tiver site, dependendo de como o site está construído, o logotipo deverá ter que seguir algum tipo de padrão)</span></p>
<p>18- Qual o tempo de entrega desejado? <span style="color: #ff0000;"> (provavelmente a maioria irá dizer “para ontem” mas os mais sensatos poderão sugerir um tempo razoável. Se o cliente colocar “com urgência”, claro, cobre a mais por essa urgência)</span></p>
<p>19- Existe algum valor de investimento para esse projeto?  <span style="color: #ff0000;"> (essa pergunta será pouco respondida pois a maioria quer pagar barato e não quer revelar quanto pretende gastar. Mas em grandes empresas é comum dizerem o orçamento destinado para a criação, principalmente quando o cliente deseja o melhor serviço e qualidade. Com um orçamento maior é possível contratar outros profissionais e fazer um trabalho diferenciado, agregando novos serviços)</span></p>
<p>20- Deseja algum serviço especial para esse novo logotipo, como ilustrações, caricaturas ou manual de identidade visual? <span style="color: #ff0000;"> (para finalizar uma oportunidade de vender outros serviços como manual de identidade visual e outras criações.)</span></p>
<p>É isso pessoal! E sejam felizes!</p>
<p>Para o alto e <strong>Avante!</strong></p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Bruno Ávila</span><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ueb3.com.br/blog/20-perguntas-para-o-cliente-antes-de-criar-um-logotipo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dicas para um bom Brief criativo</title>
		<link>http://ueb3.com.br/blog/dicas-para-um-bom-brief-criativo/</link>
		<comments>http://ueb3.com.br/blog/dicas-para-um-bom-brief-criativo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 17:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas L. Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Freelance]]></category>
		<category><![CDATA[brief]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ueb3.com.br/?p=78</guid>
		<description><![CDATA[Em um artigo publicado hoje na Advertising Age, o diretor de criação da agência novaiorquina Palio, Howard Margulies, faz algumas sugestões bem interessantes para quem deseja escrever melhores briefs criativos. Na verdade, ele não fala nada de novo, mas como boas dicas são sempre bem vindas: Sobre desenvolver um novo formato: - Pense simples. Quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um <a href="http://adage.com/smallagency/post?article_id=136711" target="blank">artigo</a> publicado hoje na <a href="http://adage.com/" target="blank">Advertising Age</a>, o diretor de criação da agência novaiorquina <a href="http://palio.com/" target="blank">Palio</a>, Howard Margulies, faz algumas sugestões bem interessantes para quem deseja escrever melhores briefs criativos. Na verdade, ele não fala nada de novo, mas como boas dicas são sempre bem vindas:</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Sobre desenvolver um novo formato:</span></p>
<p>- Pense simples. Quanto mais sofisticado o brief, mais simples ele deve ser.<br />
- Muitos espaços para preencher acabam sendo uma grande oportunidade para poesia ruim. Evite definições teóricas e use uma linguagem no nível de 8a série.<br />
- Utilize frases claras e explicativas.<br />
- Teste o modelo de brief escolhido com produtos e serviços que você conhece bem. Se conseguir expor todas as idéias chave, já pode seguir em frente<br />
- Todo fato ou observação que você adicionar ao brief deve ser útil e levar à ação. Se não for, deixe de fora.<br />
- O brief final passa exatamente o que você quis dizer?<br />
- Escreva alguns anúncios ruins diretamente do seu brief. O que diz o título? Qual a linha visual? É essa a força da sua história?</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Sobre preencher o brief:</span></p>
<p>- Quando escreve um brief, você não está preenchendo um formulário. Você está contando a história do seu produto e a razão dele existir e se dar bem.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Sobre como saber se escreveu um bom brief:</span></p>
<p>- Mantenha seu brief livre de sacadinhas, frases de efeito, chavões, ou jargões.<br />
- Escreva seu brief com análises de mercado brilhantes e insights motivacionais sobre seu público-alvo.<br />
- E o mais importante: escreva tudo com clareza.</p>
<p><em><span style="color: #888888;">Fonte: CHMKT</span></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ueb3.com.br/blog/dicas-para-um-bom-brief-criativo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

